domingo, 2 de maio de 2010

Dia do trabalho no Paraná

                                                             Roque Sponholz

Não foram apenas o presidente Lula e Dilma, e José Serra que aproveitaram as festas populares ou encontros para realizarem aparições, e discursos na tentativa de agradar um público numeroso.
Os (pré) candidatos ao governo do Paraná o governador Orlando Pessuti (PMDB), e o ex-prefeito de Curitiba Beto Richa (PSDB) escolheram o primeiro de maio para trabalhar um pouco suas (pré) candidaturas.
Pessuti escolheu Cascavel, cidade que nas últimas eleições o PMDB não saiu vitorioso, participou da missa no Seminário de São José Menor, e depois percorreu entre as pessoas que por lá estavam, aproximadamente 25 mil pessoas estavam na celebração.
Ele não deixou escapar a chance de falar sobre temas que interessam a campanha como o fim da multa do Banestado, do pedágio, e se a campanha está encaminhada, mesmo depois dos ataques do ex-governador Roberto Requião.
O local escolhido por Richa foi à cidade de Mariluz, há alguns dias ele percorre aquela região, o (pré) candidato fez de palco a praça pública, o público que prestigiou o tucano é de aproximadamente 10 mil pessoas.
E por onde anda Osmar Dias (PDT) se distanciou um pouco depois que naufragou a aliança com o PT.
Será que o TRE está de olho nos passos dos candidatos?
Nós continuamos de olho.



3 comentários:

LilicaCampana disse...

que isso garota, não era campanha não... ele (Lula) nem sabia que a Dilma estaria lá! ele não sabe de nada nunca! aff

Jailson Ribeiro disse...

Este quadro não é só no Paraná e sim, em todos os estado do meu,nosso Brasil. Demais pessoas adoram eventos públicos para se aproveitarem e deixando pessoas inclusas,fazendo com que cai nas lábias de conversas não verídicas e sim, só bla..bla..blar....Não digo todos mas uma boa parte sim.

Jailson Ribeiro
Universitario Turismo /Ceará
http://jailsonrc.blogspot.com/

Marcus disse...

Existem dois grandes problemas com a lei eleitoral. 1º ela é extremamente conflitante e não define com exatidão o que pode e aí abre um segundo problema que é a forma como cada juíz dá seu parecer. Assim vamos assistindo tudo e não sabemos o que é lícito.

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